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Criobanco realiza primeira aplicação de células-tronco

ago 07 2013

Vida nova: João Pedro e sua irmã, Maria Vitória, doadora das células-tronco

Pela primeira vez em sua trajetória, o Criobanco disponibilizou células-tronco de sangue de cordão umbilical para o tratamento de um de seus clientes. O protagonista dessa história foi o pequeno João Pedro, de 3 anos, portador de uma doença rara, a Síndrome de Wiskott-Aldrich. Morador de Salvador, Bahia, João Pedro se submeteu ao tratamento num dos principais centros de referência de transplante de medula do Brasil, o Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná.

As células-tronco que ajudaram a curar João Pedro foram provenientes da sua irmã mais nova, Maria Vitória. Após a descoberta da doença do filho, os pais, Rayane e Paulo Ricardo Teixeira, numa corrida contra o tempo, buscaram apoio de médicos especialistas e descobriram que a chance de cura do mais velho estava na sua irmã, prestes a nascer. Depois dos exames iniciais que confirmaram a histocompatibilidade entre eles, a família contratou o Criobanco para coletar, processar e criopreservar as células da pequena Vitória para o tratamento do seu irmão. Na data da realização do transplante a equipe do Criobanco estava lá, portando a maior esperança de cura para João Pedro.

Ao longo dos próximos anos João Pedro precisará de acompanhamento, mas todos os exames iniciais indicaram sucesso no tratamento, o que já é uma vitória para a família e também para a ciência. “O desfecho positivo desse caso demonstrou a qualidade dos processos do Criobanco relacionados ao processamento e criopreservação das células-tronco preservando sua total viabilidade ‘in vivo’, e não somente nos chamados testes de viabilidade ‘in vitro’, no laboratório”, ressalta Dr. Edgard Nascimento, médico hematologista e diretor clínico do Criobanco.

Hoje, João Pedro substituiu os episódios de febre, manchas roxas e corpo mole por uma rotina de uma criança normal, que corre, brinca e joga bola no quintal de sua casa. A felicidade dos pais é a mesma de milhares de familiares que encontram na ciência uma chance de darem continuidade às suas vidas; cientes de que o futuro é incerto, mas certos que parte das soluções está no desenvolvimento das pesquisas.

SAIBA MAIS
A síndrome Wiskott-Aldrich caracteriza-se por uma imunodeficiência primária que afeta os linfócitos B e T, assim como as plaquetas, que controlam a coagulação. Os sintomas clínicos mais comuns são diarreia com sangue, eczemas, episódios de febre e infecções recorrentes.



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