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História de vida – João Francisco Batista

set 16 2013

Conheça a história de João Francisco Batista, de 70 anos, que se submeteu ao diagnóstico, transplante e terapia no Criobanco:

 

“Em setembro de 2012 fomos viajar no feriadão, todos felizes e empolgados, até que meu marido passou mal e decidimos voltar para Vitória direto para o hospital para fazermos alguns exames, já que ele estava completamente descompensado. Na ocasião, ele fez o mielograma e descobrimos que estava com mieloma múltiplo. Ficamos muito preocupados, porque, para completar, ele já tinha diabetes tipo 1 e 2, o que agravaria ainda mais o problema. Foi um tempo muito difícil. Meu marido, que já foi jogador de futebol profissional, era uma pessoa ativa, fazia tudo, vivia na rua pagando contas e resolvendo as coisas. De repente, não queria mais fazer nada, só vivia deitado, dormindo, depressivo e nem ler jornais lhe interessava mais. Começamos o tratamento com quimioterapia torcendo para que ele não precisasse fazer hemodiálise, visto que nós já estávamos com tantos problemas para administrar. E Deus nos ouviu. Em janeiro, íamos fazer a coleta das células para o transplante autólogo, mas tivemos outra surpresa: o João estava com neuropatia, uma complicação neurológica por causa de alguma substância da quimioterapia. Após o tratamento conseguimos, enfim, em abril, colher as células e voltamos para casa. Mas dias depois tivemos que voltar ao hospital, pois dessa vez ele foi diagnosticado com pneumonia, tendo que ficar cinco dias na UTI. Após tanta luta, conseguimos fazer o transplante autólogo no dia 10 de junho e no dia 24 tivemos alta. Passamos pelo processo de adaptação, com alguns contratempos, mas nada comparado ao que vivemos. Meu marido chegou a perder 15 quilos durante todo o processo. Eu imaginava que ele não poderia fazer o transplante por causa da idade e, por vê-lo tão debilitado, esperei até pelo pior. Mas graças a Deus deu tudo certo e ele já engordou um quilo desde quando tivemos alta do hospital. Agora vamos apenas fazer os exames necessários de rotina. Estamos muito felizes por perceber a boa evolução. O João já voltou a caminhar e tomar sol com as filhas. Foram tempos difíceis, mas foi também de muita superação.”

 

Heloísa Helena Risso Batista, esposa de João Francisco Batista, de 70 anos, que se submeteu ao diagnóstico, transplante e terapia no Criobanco.




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